CAIJF encerra atividades de 2017 com evento no Centro Cultural Justiça Federal*

Publicado em 19/12/2017

No sábado, 16 de dezembro, o Centro de Atendimento Itinerante da Justiça Federal (CAIJF) – vinculado ao Núcleo Permanente de Métodos Consensuais e Solução de Conflitos da 2ª Região (NPSC2) – realizou no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), no centro do RJ, o encerramento das atividades de 2017 junto ao Patronato Magarinos Torres/RJ. Além dos juízes federais Vladimir Vitovsky, responsável pelo CAIJF, e Débora Valle, da 9ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, estiveram presentes a diretora do Patronato Mariângela Pavão e a inspetora de polícia Norma Teixeira.

 

Encerramento no CCJF das atividades de 2017 do CAIJF junto ao Patronato Magarinos Torres/RJ

A atividade começou com uma visita guiada, coordenada pela arte educadora do CCJF, Andrea Garcia, que apresentou para os 35 apenados presentes a história do prédio que foi sede do Supremo Tribunal Federal de 1909 a 1960 e hoje abriga o Centro Cultural. A atividade pontuou, a partir de detalhes da arquitetura interna, aspectos diversos da história do Direito e da Justiça.

Após o passeio pelo prédio os visitantes assistiram a uma seção interna, na sala de cinema, do filme “Que horas ela volta?”. A exibição teve o intuito de promover um debate, que ocorrerá no primeiro encontro de 2018, quando serão entregues os certificados do programa do 2º semestre de 2017, composto por vários módulos temáticos.

Vladimir Vitovsky lembrou que “as atividades do CAIJF, além do enfoque voltado para as questões previdenciárias em 2017, visam auxiliar na ressocialização dos apenados através de atividades que versem sobre temas que possam ser úteis no dia a dia e que possam produzir reflexões positivas”.

Mariângela Pavão disse estar empolgada com o resultado da atividade, pois foi a primeira vez que se realizou atividades socioeducativas fora das dependências do Patronato. Destacou que o apoio que vêm recebendo da Justiça Federal “é um exemplo maravilhoso de que as instituições, públicas e privadas, podem cooperar e se engajar para minimizar problemas que, na realidade, aflige a toda a sociedade”.

*Com informações do CAIJF