Preparados para garantir a paz: Investindo em capacitação, 2ª Região cria gabinete para firmar política de segurança institucional

Publicado em 03/07/2009

Integrar os sistemas de segurança da Justiça Federal de primeira e de segunda instâncias da 2ª Região, nas capitais e no interior, padronizando os procedimentos do pessoal responsável por esse serviço. Ou, em outras palavras, traçar uma política unificada, coerente e cuidadosamente projetada para garantir serviços sob medida para o TRF2 e as Seções Judiciárias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, no que se refere à segurança de magistrados, servidores, visitantes, instalações e bens patrimoniais. Também: planejar e coordenar os cursos e os convênios para o treinamento dos servidores da área, inclusive com a criação e a administração da Escola de Formação, Aperfeiçoamento e Especialização de Agentes de Segurança Judiciária. Ainda: desenvolver ações de inteligência preventiva de crimes no âmbito do Judiciário Federal da 2ª Região, aplicando o que estiver disponível em recursos técnicos e científicos.
São tão variadas, por um lado, e específicas, por outro, as atribuições do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), criado pela Presidência do TRF2 através da Resolução nº 04, de 16 de janeiro de 2009, quanto é complexa a estrutura necessária para o seu funcionamento. Até medidas para evitar ocorrência de sinistros, situações de pânico e tumultos no espaço físico do Tribunal e da Seção Judiciária estão a cargo do recém-criado gabinete, que deverá coordenar, por exemplo, os exercícios regulares do plano de escape em caso de incêndio nas dependências da Corte. Dirigido pelo desembargador federal Reis Friede, o novo setor é integrado pela Assessoria Técnica de Segurança (Ates), pela Divisão de Segurança (Diseg), pelo Núcleo de Apoio Estratégico (Nucae) e pelo Núcleo de Operações, Inteligência e Logística (Nucoi).
Para simplificar, pode-se dizer que a principal frente de atuação do gabinete está na formação e aperfeiçoamento dos servidores agentes de segurança, como explica o supervisor do Grupo Especial de Segurança (GES), Michel Carneiro: “O objetivo é suprir lacunas no treinamento dos agentes, criando um padrão para o desenvolvimento de habilidades e competências dos servidores que atuam na segurança”…

A íntegra da matéria acima pode ser lida na versão eletrônica da revista Habeas Data 71, que você pode acessar clicando aqui